CENTRAL DE ARQUITETURA
Arquiteturas para sistemas de IA que precisam operar.
Não existe uma única arquitetura para inteligência artificial empresarial. Um copiloto que consulta conhecimento, um workflow que processa documentos e um sistema agêntico que executa ações possuem diferentes necessidades de autonomia, integração, controle e operação.
A NEXO combina padrões de arquitetura conforme o processo, os dados, os riscos e o resultado esperado.
NOSSA ABORDAGEM
A arquitetura começa pelo trabalho.
Não pelo modelo.
Antes de selecionar uma tecnologia, definimos:
- Qual trabalho precisa ser concluído
- Quais decisões o sistema pode tomar
- Quais dados e conhecimentos são necessários
- Quais ferramentas podem ser utilizadas
- Quais ações exigem aprovação humana
- Quais evidências precisam ser preservadas
- Como o sistema será avaliado
- Como falhas serão tratadas
- Como custo e desempenho serão monitorados
- Como componentes poderão evoluir
Cada arquitetura NEXO segue seis princípios.
ARQUITETURA DE REFERÊNCIA
O agente é o centro. A confiança está em tudo ao redor.
O que o mercado normalmente chama de agente — modelo, contexto, conhecimento e ferramentas — representa apenas uma parte do sistema. Em produção, diferentes camadas trabalham juntas.
- Chat
- Copilot
- API
- Teams
- Slack
- Planejamento
- Skills
- RAG
- Memória
- Reflexão
- Roteamento de modelos
- Guardrails
- Motor de políticas
- Alçadas
- Human-in-the-loop
- Uso de ferramentas
- MCP
- A2A
- Uso do computador
- Saída estruturada
- ERP
- CRM
- SAP
- Salesforce
- Bancos de dados
- APIs
- Legados
- Identidade do agente
- Avaliações
- Observabilidade
- FinOps
- Vault
- Governança
- Multi-tenancy
FUNDAMENTOS
- Padrões abertos
- Componentes substituíveis
- Políticas independentes do modelo
- Identidade própria para agentes
- Saída estruturada antes da execução
- Avaliação contínua
- Estado e retomada
- Trilha completa
GUIA DE DECISÃO
O nível de autonomia deve acompanhar a natureza do trabalho.
Não sabe qual escolher?
Analisamos o processo, os dados, os riscos e o nível de autonomia necessário para recomendar o padrão adequado.
Nem todo processo precisa de um agente. A melhor arquitetura é a menos complexa capaz de concluir o trabalho com segurança.
PARA PROCESSOS QUE EXIGEM PLANEJAMENTO E AÇÃO
Um objetivo entra. Um resultado verificável sai.
Um sistema agêntico recebe um objetivo, interpreta o contexto, cria um plano, seleciona skills e ferramentas, executa etapas e verifica se o resultado foi alcançado.
- FLUXO DE EXECUÇÃO
- FLUXO DE DADOS
- SOLICITAÇÃO DE APROVAÇÃO
- FRONTEIRA DE CONFIANÇA
- COMPONENTE DE INTELIGÊNCIA
- CONTROLE E POLÍTICA
- SISTEMA DO CLIENTE
Como ler o diagrama: o objetivo entra pela esquerda e só se transforma em ação depois de passar pelo planner, pelo loop de execução com estado persistente e pelo portão de autorização. O motor de políticas decide entre autorizar, bloquear ou escalar para uma pessoa; a saída estruturada é validada antes de qualquer escrita nos sistemas do cliente. Falhas retornam ao estado e são retomadas de forma idempotente, sem repetir etapas já concluídas.
- Objetivoou evento
- Identidade+ contexto
- Planner
- Skills+ conhecimento
- Modelo+ ferramentas
- Validação
- Resultadocom evidências
- Estado
- Executar etapa
- Verificarresultado
- Replanejarou concluir
falha → nova tentativa idempotente
- Motor de políticas
- Saída estruturadavalidado antes de escrever
- HUMAN-IN-THE-LOOPAprovação por alçadaimpacto · confiança · limite financeiro · decisão registrada com responsável · exceções e baixa confiança
solicita aprovação → autorizado · bloqueado · escalado
AMBIENTE DO CLIENTE · FRONTEIRA DE CONFIANÇA
- ERP
- CRM
- APIs
- Bancos
- Legados
PARA PROCESSOS QUE EXIGEM PLANEJAMENTO E AÇÃO
QUANDO UTILIZAR
- O caminho não pode ser totalmente definido antecipadamente
- Diferentes ferramentas podem ser necessárias
- O sistema precisa adaptar o plano ao contexto
- Existem exceções e dependências
- O trabalho exige múltiplas etapas
- O resultado precisa ser validado antes da entrega
DECISÕES DE ARQUITETURA
- Planejamento fixo ou dinâmico
- Autonomia permitida
- Limites de iteração
- Critérios de parada
- Modelos por etapa
- Política de ferramentas
- Estratégia de memória
- Fallback
- Tratamento de falhas
- Escalonamento humano
FLUXO DE REFERÊNCIA
- Receber objetivo ou evento
- Identificar usuário, contexto e permissões
- Recuperar apenas o conhecimento necessário
- Criar ou selecionar um plano
- Escolher skill, modelo e ferramentas
- Executar uma etapa
- Validar a saída
- Atualizar o estado
- Solicitar aprovação quando necessário
- Verificar o critério de conclusão
- Entregar resultado com evidências
- Registrar execução, custo e métricas
PARA PROCESSOS QUE EXIGEM PLANEJAMENTO E AÇÃO
COMPONENTES NECESSÁRIOS
- Entrada por chat, API ou evento
- Identidade do usuário e do agente
- Gerenciador de contexto
- Planner
- Catálogo de skills
- Roteamento de modelos
- Registro de ferramentas
- Motor de políticas
- Estado persistente
- Human-in-the-loop
- Saída estruturada
- Verificador de conclusão
- Tracing e avaliações
- Armazenamento de evidências
CONTROLES DE PRODUÇÃO
- Identidade própria
- Menor privilégio
- Ferramentas autorizadas
- Limites de custo e tempo
- Retomada idempotente
- Validação antes de escrever
- Aprovação para ações críticas
- Proteção contra prompt injection
- Avaliação de cada execução
- Trilha completa
PARA AMPLIAR A CAPACIDADE DE QUEM DECIDE
A pessoa conduz. O copiloto reúne, analisa e executa o que for autorizado.
O copiloto empresarial combina conversa, conhecimento, dados e ferramentas dentro das permissões do usuário. Diferentemente de um chatbot público, ele conhece identidade, contexto, histórico permitido e sistemas acessíveis.
Como ler o diagrama: o roteador separa consulta de execução. Na rota de leitura, o filtro de permissões é aplicado antes da recuperação — o copiloto nunca recupera um documento que o usuário não poderia abrir. Na rota de execução, toda ação passa pelo motor de políticas e, quando sensível, por confirmação explícita. A resposta final sempre carrega as evidências que a originaram.
- Usuárioautenticado · SSO
- Interface conversacional
- Identidade + RBACfunção e permissões
- Roteador de intenções
- Filtro de permissõesantes da recuperação
- Busca híbrida · RAG
- Reranking+ citações
- Motor de políticas
- Uso de ferramentasleitura ≠ escrita
- Confirmaçãohumana
- Resposta ou ação com evidênciascada afirmação aponta para sua fonte
AMBIENTE DO CLIENTE · FRONTEIRA DE CONFIANÇA
- Documentos
- Dadoswarehouse
- ERP
- CRM
- APIs
- FLUXO DE EXECUÇÃO
- FLUXO DE DADOS
- CONFIRMAÇÃO HUMANA
- FRONTEIRA DE CONFIANÇA
- INTELIGÊNCIA
- CONTROLE E PERMISSÕES
- SISTEMA DO CLIENTE
PARA AMPLIAR A CAPACIDADE DE QUEM DECIDE
QUANDO UTILIZAR
- O julgamento humano permanece central
- Usuários precisam consultar diferentes fontes
- Respostas devem citar evidências
- O sistema pode preparar ou executar ações assistidas
- Permissões variam por usuário
- O contexto precisa continuar entre interações
CONTROLES ESSENCIAIS
- Filtragem por permissão
- Separação leitura × execução
- Confirmação para ações sensíveis
- Proteção de dados entre usuários
- Indicação explícita de fontes
- Retenção governada do histórico
- Registro de ferramentas utilizadas
FLUXO DE REFERÊNCIA
- Usuário autenticado inicia a conversa
- O sistema recupera identidade, função e permissões
- Classifica a intenção
- Seleciona conhecimento e ferramentas
- Consulta fontes autorizadas
- Gera uma resposta fundamentada
- Propõe ou executa uma ação
- Solicita confirmação quando necessário
- Registra resposta, evidências e ações
COMPONENTES NECESSÁRIOS
- Interface conversacional
- SSO e identidade
- Controle de acesso
- Roteador de intenções
- RAG
- Memória governada
- Uso de ferramentas
- Citações
- Política de confirmação
- Passagem para humano
- Feedback
- Observabilidade
PARA PROCESSOS CONHECIDOS QUE EXIGEM INTERPRETAÇÃO
O processo define o caminho. A IA resolve os pontos de complexidade.
Um workflow inteligente mantém etapas, regras e responsabilidades explicitamente definidas. A IA é utilizada apenas nos pontos em que o processo exige leitura, classificação, extração, análise ou geração.
- ETAPA COM IA
- ETAPA DETERMINÍSTICA
- CONTROLE E APROVAÇÃO
- FRONTEIRA DE CONFIANÇA
- FALHA E EXCEÇÃO
Como ler o diagrama: o caminho é predefinido e cada etapa carrega um estado explícito — pendente, em execução, aguardando humano, concluída ou falha. O modelo é chamado apenas no estágio marcado como IA; regras, decisão e execução permanecem determinísticas. Resultados com confiança abaixo do limite não seguem: vão para a fila de exceções. Falhas não reiniciam o processo, retomam do último estado consistente.
- Evento recebidoAPI · fila · arquivo · agenda
- Chave de idempotênciaevita execução duplicada
- Validação de entradaschema · origem · segurança
- Registro de estado inicial
- Extração ou análise por IAleitura · classificação · geração
- Limite de confiançaabaixo do limite → exceção
- Aplicação de regrascálculo · política · limites
- Decisãocaminho definido pelo processo
- Alçada e política
- Aprovação humanaquando exigida pelo risco
- Timeout e escalonamento
AMBIENTE DO CLIENTE · FRONTEIRA DE CONFIANÇA
- ERP
- CRM
- APIs
- Bancos
- Resultado registradoartefato · dado · notificação
- Confirmação ao solicitante
- Falha ou timeoutnova tentativa · compensação · retomada do último estado
- Fila de exceçõespainel humano · correção · reprocesso
PARA PROCESSOS CONHECIDOS QUE EXIGEM INTERPRETAÇÃO
QUANDO UTILIZAR
- As etapas do processo são conhecidas
- Previsibilidade é mais importante que autonomia
- Existem regras claras
- Algumas tarefas exigem interpretação
- O processo precisa de SLA e auditoria
- Falhas devem ser retomadas de forma controlada
FLUXO DE REFERÊNCIA
- Evento
- Validação
- Extração por IA
- Regra
- Decisão
- Aprovação
- Execução
- Entrega
COMPONENTES NECESSÁRIOS
- Gatilho
- Orquestrador
- Máquina de estados
- Filas
- Atividades determinísticas
- Atividades com IA
- Regras de negócio
- Espera e timeout
- Aprovação humana
- Tratamento de exceção
- Nova tentativa e compensação
- Observabilidade
DECISÕES DE ARQUITETURA
- Quais etapas realmente precisam de IA
- Síncrono ou assíncrono
- Política de nova tentativa
- Idempotência
- Compensação de ações
- SLA por etapa
- Limite de confiança
- Fila de exceções
- Versionamento do workflow
PARA TRANSFORMAR DOCUMENTOS EM DADOS, EVIDÊNCIAS E DECISÕES
O documento é a entrada. A entrega é estruturada e verificável.
A arquitetura processa documentos de diferentes formatos, extrai informações, valida resultados, relaciona evidências e produz dados ou artefatos prontos para utilização.
- ETAPA COM IA
- ETAPA DETERMINÍSTICA
- INGESTÃO E SEGURANÇA
- FRONTEIRA DE CONFIANÇA
- REVISÃO HUMANA
Como ler o diagrama: o resultado não é um resumo, é uma saída estruturada, validada e rastreável. Cada campo extraído permanece ligado à região exata do documento original, e o arquivo de origem é preservado junto da versão do extrator que o processou. Campos com confiança baixa não são publicados: seguem para revisão humana, e a correção volta ao dataset que avalia o próprio pipeline.
- Imagem
- Planilha
- Contrato
- Formulário
- Validação de arquivoantivírus · tipo · tamanho
- Isolamento por clientemulti-tenancy
- Defesa contra instrução maliciosao documento é dado, não comando
- Classificaçãotipo e versão
- OCR + parsing
- Segmentaçãoseções · tabelas · anexos
- Extração estruturadacampos e tabelas
- Normalizaçãomoeda · data · unidade
- Confidence por campo
- Validação de schemaou não passa
- Evidência por campopágina · trecho · célula
- Análise e regrascomparação · desvios
- Rota de baixa confiança → revisão humanao campo corrigido retorna ao dataset validado e alimenta as avaliações
- Dados estruturados
- Comparativo
- Parecer
AMBIENTE DO CLIENTE · FRONTEIRA DE CONFIANÇA
- ERP
- Bancos de dados
- Gestão documental
- APIs
PARA TRANSFORMAR DOCUMENTOS EM DADOS, EVIDÊNCIAS E DECISÕES
QUANDO UTILIZAR
- Documentos chegam em formatos diferentes
- Tabelas e textos precisam ser interpretados
- Campos precisam ser normalizados
- Cada conclusão precisa citar a fonte
- Documentos precisam ser comparados
- Exceções exigem revisão humana
CONTROLES ESSENCIAIS
- Arquivo original preservado
- Evidência por campo
- Versão do extrator
- Nota de confiança
- Validação de schema
- Revisão de campos críticos
- Separação por cliente
- Proteção contra instruções maliciosas
- Trilha de correções humanas
PIPELINE DE REFERÊNCIA
- Receber documento
- Validar arquivo e segurança
- Classificar tipo e versão
- Executar OCR ou parsing
- Segmentar conteúdo
- Extrair campos e tabelas
- Normalizar valores
- Validar schema
- Relacionar evidências
- Aplicar regras e análises
- Calcular confiança por campo
- Encaminhar exceções para revisão
- Publicar dados e entrega final
COMPONENTES NECESSÁRIOS
- Upload ou ingestão
- Antivírus e validação
- OCR
- Parser
- Classificação
- Extração estruturada
- Registro de schemas
- Normalização
- Repositório de evidências
- Pontuação de confiança
- Comparação
- Revisão humana
- Versionamento
- Integração de saída
PARA CONHECIMENTO AUTORIZADO E RESPOSTAS FUNDAMENTADAS
Recuperar o conteúdo certo é tão importante quanto gerar a resposta.
RAG empresarial não é apenas armazenar documentos em um banco vetorial. Exige ingestão, qualidade, metadados, permissões, recuperação híbrida, reranking, evidências e avaliação.
- INTELIGÊNCIA
- ETAPA DETERMINÍSTICA
- PERMISSÕES E GOVERNANÇA
- FRONTEIRA DE CONFIANÇA
- SAÍDA SEM EVIDÊNCIA
Como ler o diagrama: a arquitetura não se resume a "usuário → vetor → modelo". Existem dois pipelines distintos: o de conhecimento, que prepara e governa o conteúdo, e o de consulta, que responde. O filtro de acesso vem antes da recuperação e as permissões são herdadas da fonte original. Quando o conteúdo recuperado não atinge o limite mínimo, o sistema tem uma saída explícita — dizer que não há evidência suficiente é uma resposta válida.
PIPELINE DE CONHECIMENTO · OFFLINE
FONTES NO AMBIENTE DO CLIENTE
- Documentos
- Intranet
- ERP · CRM
- Bancos
- Conectoresincremental · agendado
- Parsing
- Segmentaçãochunking por estrutura
- Metadados e ACLquem pode ver cada trecho
- Embeddings
- Índice vetorial + lexical
PIPELINE DE CONSULTA · EM TEMPO REAL
- Usuário autenticado
- Reescrita da perguntadesambiguação · histórico
- Filtro de acessoidentidade · função · tenant
- Busca híbridalexical + vetorial
- Reranking
- Construtor de contextosomente o necessário
- Modelo
- Resposta com citaçõescada trecho aponta para a fonte
- Não há evidência suficientesaída explícita quando o limite não é atingido
PARA CONHECIMENTO AUTORIZADO E RESPOSTAS FUNDAMENTADAS
QUANDO UTILIZAR
- Respostas dependem de conteúdo interno
- Fontes mudam com frequência
- Usuários possuem permissões diferentes
- Evidências precisam ser apresentadas
- Existe grande volume de documentos
- A precisão da recuperação precisa ser medida
MÉTRICAS NECESSÁRIAS
- Recall
- Precision
- Relevância do contexto
- Fidelidade à fonte
- Cobertura
- Qualidade das citações
- Latência
- Custo por consulta
- Taxa de ausência de resposta
PIPELINES
Conhecimento
- Fontes
- Ingestão
- Parsing
- Segmentação
- Metadados
- Embeddings
- Índices
- Governança
Consulta
- Pergunta
- Identidade
- Reescrita
- Filtro de permissão
- Busca híbrida
- Reranking
- Contexto
- Modelo
- Resposta citada
COMPONENTES NECESSÁRIOS
- Conectores
- Pipeline de ingestão
- Processamento incremental
- Chunking
- Catálogo e metadados
- Embeddings
- Busca lexical e vetorial
- Reranker
- Filtros de acesso
- Construtor de contexto
- Citações
- Cache
- Conjunto de dados de avaliação
- Feedback
PARA RESPONSABILIDADES ESPECIALIZADAS QUE PRECISAM COLABORAR
Cada agente possui uma responsabilidade. A arquitetura controla a colaboração.
Em um sistema multiagente, diferentes especialistas digitais colaboram para concluir um objetivo. Cada agente possui identidade, contexto, ferramentas, políticas e critérios de entrega próprios.
Como ler o diagrama: o supervisor distribui trabalho por contratos estruturados de entrada e saída — nenhum agente acessa a memória, as ferramentas ou as credenciais de outro. O contexto compartilhado é governado: cada especialista recebe apenas o que sua responsabilidade exige, o que evita contexto excessivo e escalada de privilégio. Conflitos, baixa confiança e ações críticas sobem para o supervisor e, dele, para uma pessoa. Agentes de outras organizações conversam por A2A, sem acesso direto aos sistemas internos.
AMBIENTE DO CLIENTE · FRONTEIRA DE CONFIANÇA
- Supervisordistribui · consolida · resolve conflito · limite de delegação e de iterações
- Agente de análiseidentidade própria · skills · ferramentas · memória e permissões exclusivas · contrato de entrada e saída
- Agente de dadosidentidade própria · skills · ferramentas · memória e permissões exclusivas · contrato de entrada e saída
- Agente de políticasvalida alçadas e conformidade · bloqueia entregas fora da regra · contrato de entrada e saída
- Agente revisorcritica e devolve para correção · aprova o resultado composto · contrato de entrada e saída
contratos estruturados · nenhum agente acessa a memória ou as ferramentas de outro
- apenas o que cada responsabilidade precisaobjetivo do caso · estado da execução · entregas já aprovadas · evidências citadas · sem contexto excessivo · sem escalada de privilégio
- conflito entre agentesbaixa confiança · ação crítica ou acima da alçada · decisão registrada com responsável
- agentes de outra organizaçãoidentidade verificada · sem acesso direto · aos sistemas internos
- DELEGAÇÃO E CONTRATO
- CONTEXTO COMPARTILHADO
- SUPERVISÃO HUMANA E A2A
- FRONTEIRA DE CONFIANÇA
- ORQUESTRAÇÃO
- POLÍTICA
PARA RESPONSABILIDADES ESPECIALIZADAS QUE PRECISAM COLABORAR
QUANDO UTILIZAR
- O trabalho possui responsabilidades claramente diferentes
- Cada especialidade exige métodos ou ferramentas próprios
- As entregas precisam ser revisadas por outro agente
- Equipes ou organizações precisam manter autonomia
- O processo exige negociação ou coordenação
- Um único agente ficaria excessivamente complexo
PADRÕES POSSÍVEIS
- Supervisor e especialistas
- Planner e executores
- Pipeline de especialistas
- Produtor e revisor
- Agentes colaborativos
- Organizações diferentes via A2A
COMPONENTES NECESSÁRIOS
- Registro de agentes
- Identidade por agente
- Supervisor ou protocolo de coordenação
- Contratos de entrada e saída
- Contexto compartilhado controlado
- Memória por responsabilidade
- Políticas
- A2A
- Prevenção de loops
- Limites de delegação
- Tracing distribuído
- Avaliação por agente e por processo
RISCOS QUE A ARQUITETURA PRECISA TRATAR
- Delegação indefinida
- Contexto excessivo
- Responsabilidades sobrepostas
- Decisões contraditórias
- Loops
- Escalada de privilégios
- Perda de rastreabilidade
- Custo e latência descontrolados
PARA ESCALAR SISTEMAS SEM RECOMEÇAR A CADA PROJETO
Vários agentes. Uma fundação compartilhada.
Uma Fábrica de agentes reúne componentes, padrões, ferramentas e controles para acelerar a construção e governar o ciclo de vida de diversos sistemas agênticos.
- SISTEMAS COM AUTONOMIA DE DOMÍNIO
- CONFIANÇA E POLÍTICA
- AMBIENTE E PROVEDORES
- FRONTEIRA DA PLATAFORMA
Como ler o diagrama: cada sistema no topo mantém autonomia de domínio — quem conhece o processo continua decidindo como ele funciona — mas herda da plataforma a segurança, as avaliações, as integrações e os padrões. Nada é publicado sem passar pelas etapas de avaliação e aprovação do ciclo de vida, e a operação e o custo de todos os sistemas passam a ser observados no mesmo lugar.
- Copiloto
- Workflow inteligente
- Sistema agêntico
- Sistema multiagente
↑ cada sistema herda segurança, avaliações, ferramentas e padrões da plataforma ↑
PLATAFORMA COMPARTILHADA · COMPONENTES REUTILIZÁVEIS
- 01 · BUILDTemplates · SDKs
Registro de prompts · Skills
Gateway de modelos · Registro de ferramentas - 02 · CONNECTMCP · APIs · Eventos
Conectores
A2A · Uso do computador - 03 · TRUSTIdentidade · RBAC · Vault
Guardrails
Políticas · Aprovações - 04 · EVALUATEDatasets · Avaliações
Benchmarks
Regressão · Red teaming - 05 · OPERATEImplantação · Versionamento
Observabilidade · FinOps
Incidentes · Rollback - 06 · GOVERNCatálogo · Responsáveis
Auditoria · Ciclo de vida
Aprovação para publicação
AMBIENTE DO CLIENTE · PROVEDORES E SISTEMAS
- Modelos
- Cloud
- Dados
- ERP · CRM
- APIs e legados
- Times de domínio
- Engenharia
- Segurança
- Arquitetura
- Especialistas de negócio
- Descobrir
- Projetar
- Construir
- Avaliar
- Aprovar
- Publicar
- Operar
- Evoluir
- Descontinuar
PARA ESCALAR SISTEMAS SEM RECOMEÇAR A CADA PROJETO
QUANDO UTILIZAR
- Existem vários casos em desenvolvimento
- Equipes diferentes estão criando agentes
- Integrações estão sendo duplicadas
- Não há padrão de segurança
- Avaliações são feitas de maneiras diferentes
- A empresa precisa de governança central
- Custos precisam ser consolidados
- Componentes precisam ser reutilizados
CICLO DE VIDA
- Descobrir
- Projetar
- Construir
- Avaliar
- Aprovar
- Publicar
- Operar
- Evoluir
- Descontinuar
MODELO OPERACIONAL
- Plataforma central
- Times de domínio
- Segurança
- Arquitetura
- Especialistas de negócio
- Responsáveis pelos sistemas
- Comitê de governança proporcional ao risco
ESCOLHA PELO TRABALHO
Diferentes necessidades exigem diferentes níveis de autonomia.
| ARQUITETURA | CAMINHO | AUTONOMIA | PRINCIPAL ENTREGA |
|---|---|---|---|
| Copiloto | Conduzido pela pessoa | Baixa | Resposta, análise ou ação assistida |
| Workflow inteligente | Predefinido | Baixa a média | Processo executado |
| Sistema agêntico | Planejado dinamicamente | Média a alta | Objetivo concluído |
| Multiagente | Coordenado entre especialistas | Alta | Entrega composta |
| Inteligência documental | Pipeline especializado | Baixa a média | Dados e evidências |
| RAG empresarial | Recuperação e geração | Baixa | Resposta fundamentada |
| Fábrica de agentes | Plataforma compartilhada | Variável | Escala e governança |
A arquitetura final pode combinar mais de um padrão. Um sistema agêntico pode utilizar RAG, inteligência documental e workflows, enquanto é construído e operado sobre uma Fábrica de agentes.
ENTREGÁVEIS DE ARQUITETURA
Arquitetura precisa orientar a construção e a operação.
Dependendo do projeto, produzimos:
- Arquitetura lógica
- Arquitetura física
- Diagrama de componentes
- Fluxo de execução
- Modelo de dados
- Mapa de integrações
- Matriz de ferramentas
- Modelo de identidade e permissões
- Política de autonomia e alçadas
- Estratégia de memória
- Arquitetura de RAG
- Estratégia de avaliações
- Modelo de observabilidade
- Tratamento de falhas
- Requisitos não funcionais
- Estimativa de custo
- Plano de implantação
- Modelo operacional
DA OPORTUNIDADE À ARQUITETURA
Qual sistema sua empresa precisa fazer funcionar?
Analisamos o processo, o estágio atual, os dados, as integrações, os riscos e o nível de autonomia necessário para recomendar a arquitetura mais adequada. No retorno inicial, indicamos se o melhor ponto de partida é um Assessment, Production Sprint, Fábrica de agentes ou trabalho de Operação contínua.